
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Certificados dos empreendedores terão chancela reconhecida pelo Ministério do Trabalho

O Centro de Integração Social e Cultural – CISC “Uma Chance” firmou parceria com o Instituto Brasileiro de Educomunicação (IBE), mais conhecido como Educomunicador, que passará a emitir chancelas para os certificados emitidos pela instituição, conferindo-lhes maior credibilidade.
A chancela é uma espécie de assinatura, onde o IBE imprime sua marca que, segundo o diretor de Ensino do Educomunicador, Jeremias Sando Junior, tem o amparo do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, através da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), que objetiva identificar as ocupações no mercado de trabalho; e da Lei de Diretrizes Básicas (LDB), que estabelece as diretrizes e base da educação nacional.
Diretor de Projetos do CISC, Ronaldo Monteiro afirma que a parceria com o Educomunicador objetiva atender a uma exigência do mercado de trabalho por profissionais cada vez mais qualificados, bem como ao padrão de excelência exigido pela Petrobras para os projetos por ela patrocinados, como a Incubadora de Emprendimentos para Egressos (IEE).
Monteiro acredita que, em um ano, serão emitidos cerca de 400 certificados sob a chancela do Educomunicador. “A qualificação e certificação dos nossos profissionais, aliada à chancela do Educomunicador representa um selo de qualidade para as ações CISC. Ganha com isso, a instituição, os profissionais e o público para o qual direcionamos nossas atividades: os empreendedores da Incubadora, jovens no cumprimento de medidas socioeducativas e seus familiares, bem como os cerca de 120 egressos oriundos do Programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), capacitados para o mercado de trabalho”, conclui ele.
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Um dos principais entraves para a abertura de um negócio, a burocracia desamina muitos que desejam se lançar como empreendedores. Para facilitar o processo de licenciamento, a Predfeitura do Rio de Janeiro lançou o Portal “Alvará já” hospedado em: http://www.rio.rj.gov.br/alvaraja, é possível obter as licenças necessárias à abertura e à legalização de empresas com baixo risco ambiental e sanitário, como salões de cabeleireiro , bares, restaurantes e oficinas mecânicas.
NOTICIA VEICULADA NO JORNAL EXTRA DE 18 /11/2009
NOTICIA VEICULADA NO JORNAL EXTRA DE 18 /11/2009
EMPREENDEDORISMO NO BRASIL
No Relatório Executivo publicado pela Global Entrepreneurship Monitor GEM em 2005, o Brasil figurou entre as nações onde mais se iniciaram empresas. O País registrou uma taxa de empreendimentos na ordem de 11,3%, ficou na sétima posição na pesquisa. Isso mostra o espírito empreendedor do povo brasileiro.O Brasil, segundo a pesquisa citada, ocupou a 14ª posição na razão da taxa de empreendimentos com mais de quarenta e dois meses e os iniciais, o que mostra ser pequena a representação das empresas que se mantém por mais tempo, ou seja, é o período considerado capital para a sobrevivência do empreendimento.No ranking do empreendedorismo por necessidade, o Brasil ocupa a 4ª posição. O povo brasileiro é motivado a empreender pelo desemprego, pela falta de reconhecimento na empresa onde trabalha, ou pela baixa remuneração, na maioria das vezes o empreendedor abre uma empresa levado pela necessidade de se inserir no mercado de trabalho.O uso adequado da informação conduz ao conhecimento. O conhecimento bem aplicado leva ao sucesso. Ao contrário do que se houve, não é a carga tributária, tampouco a necessidade de crédito os principais responsáveis pelo fechamento de uma empresa. A falta de planejamento somado ao desconhecimento do negócio são fatores que, com mais freqüência, levam ao empreendedor a encerrar a atividade. Assim, as informações constituem-se num valioso instrumento para planejar e coordenar as políticas administrativas salutares a qualquer tipo de empreendimento.O sucesso parece óbvio, mas não é. Para se obter sucesso empresarial se faz necessário planejar bem, definir objetivo e metas, saber com clareza onde, quando e como chegar ao resultado esperado. Estudos demonstram que se constitui erro grave focar diversas direções e esperar acertar no alvo, sendo assim, conclui-se que o melhor a fazer é concentrar-se nas metas do planejamento estratégico e organizacional. Isso porque potencializa a qualificação, significando uma ampliação concreta das perspectivas, não só pela natureza dos eventos, mas pela possibilidade sistemáticas que favoreçam estratégias multisetoriais. O empreendedor visa crescer, atrair consumidores e ganhar o mercado. Mas crescer exige planejamento e uma boa base de sustentação. O crescimento descontrolado pode ser fatal à sobrevivência de um empreendimento.Alguns empreendedores misturam o dinheiro familiar com a receita da empresa, usa o mesmo dinheiro para investir, custear despesas operacionais e administrativas, e também, para manter o sustento familiar. O resultado disso é o caos financeiro do empreendimento.A escolha do sócio é fundamental no caso de sociedade. Para tanto , os objetivos e as expectativas devem ser comuns a todos os interessados a iniciar uma sociedade. O capital não se constitui no principal critério para selecionar sócio, tendo em vista que com objetivos diferentes, não há dinheiro capaz de comprar o sucesso, tampouco o cliente.Os colaboradores não podem ser aqueles a quem não possa demitir. O que conta no critério de seleção, além do perfil profissional, é o perfil pessoal e a personalidade do colaborador. Isso mais que a experiência profissional, pois este pode ter vícios. Especialistas em recursos humanos recomendam a promoção de talentos internos.Ao iniciar um negócio é natural o empreendedor controlar todas as etapas em desenvolvimento. Contudo, na medida em que crescer, constitui-se erro centralizar o poder, pois a tomada de decisão fica cada vez mais difícil. Assim, cabe ao administrador definir sua direção, estabelecer seus limites e delegar responsabilidades.Sabe-se que não aprender com os próprios erros é pior que errar. Oswald de Andrade em seu Manifesto da Poesia Pau Brasil, publicado em 1924, disse que todos os erros representam uma contribuição milionária para todos nós. Esse poeta pode não entender de negócio, mas o seu texto ilustra com perfeição o papel que pose representar o erro para consolidar ou não uma empresa no mercado. A experiência adquirida ajuda a prevenir situações desconfortáveis
SENADOR JAYME CAMPOS
EM DISCURSO NO SENADO, FALA SOBRE A INCUBADORA E RONALDO MONTEIRO
SENADOR JAYME CAMPOS FALA SOBRE PRESIDIÁRIOS DO PAÍS
O senador Jayme Campos (DEM-MT) anunciou em discurso nesta quinta-feira (20) que vai apresentar projeto com o objetivo de organizar uma rede de apoio ao empreendedorismo das famílias dos presidiários, o que lhes garantirá uma vida mais digna enquanto o parente cumpre a pena. Explicou que 60% dos ex-presidiários voltam a cometer crimes quando veem suas famílias em desamparo, "enxergando no crime uma solução para seus problemas imediatos".
Jayme Campos previu que, com a adesão das instituições de crédito oficiais, seriam oferecidos empréstimos para que essas famílias montassem seus próprios negócios. Ele acredita que convênios do poder público com universidades e entidades da indústria e do comércio irão possibilitar a criação de incubadoras de empreendimentos, buscando a aptidão de cada família.
Para completar, os presos cujas famílias forem assistidas no novo programa também deverão receber capacitação e treinamento nos presídios. O senador informou que o Brasil tem 446 mil presidiários e 80% deles ficam ociosos, sem exercer qualquer atividade, "frequentando, como se costuma dizer, a universidade do crime". O senador se inspirou em uma experiência de sucesso em São Gonçalo (RJ), articulada pela Incubadora de Empreendimentos para Egressos, criada e dirigida pelo ex-presidiário Ronaldo Monteiro, conforme reportagem da revista Época.
LEIA NA ÍNTEGRA A REPORTAGEM:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI87891-15228,00.html
QUEM É O EMPREENDEDOR INDIVIDUAL?
O Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendendor individual, é necessário faturar, no máximo, até R$ 36.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal, possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado. Entre as vantagens oferecidas por essa lei, está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. Além disso, o Empreendedor Individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos impostos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 52,15 (comércio ou indústria) ou R$ 56,15 (prestação de serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo. Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros.
Tire suas dúvidas:
http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/empreendedor-individual/perguntas-frequentes
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