quinta-feira, 8 de março de 2012

Certificação reúne mais de 100 participantes das ações CISC 2011

Gerar oportunidades de emprego e renda. Sob esta proposta, o Centro de Integração Social e Cultural – CISC “Uma Chance”, instituição promotora do projeto Incubadora de Empreendimentos para Egressos, realizou na última terça o evento de Certificação de mais de 100 participantes das ações realizadas pela instituição no ano de 2011.

Receberam Certificados de conclusão de curso os empreendedores que concluíram a pré-incubação de negócios da Incubadora de Empreendimentos para Egressos em 2011,  participantes do eixo de Capacitação para o Mercado de Trabalho, além de jovens e familiares que cursaram as Oficinas de qualificação profissional do projeto Oficina Crescendo com Cidadania e os profissionais do CISC que fizeram o curso de Formação de Instrutores. Os Certificados entregues possuem chancela amparada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Participaram da programação a gestora de projetos sociais da Petrobras, Luciane Pires, o advogado Hélio José, representando o Subsecretário de Tratamento Penitenciário da SEAP Dr. Moisés Bormac; além do Subsecretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Francisco Gilberg e da psicóloga Creuza Rangel, representando a Pastoral Carcerária Católica e o Conselho da Comunidade de Niterói. O economista da EMATER- RIO, Marcos de Abreu e o Diretor de Ensino do Educomunicador, Jeremias Sando Junior também prestigiaram a Cerimônia.

Ao falar sobre a Incubadora, Luciane Pires enalteceu a educação como o caminho para a transformação de vida daqueles que passaram pela dura experiência do cárcere. “A Petrobras patrocina a Incubadora, porque acredita na educação como uma força capaz de promover a transformação do indivíduo para que ele busque seu espaço na sociedade. Por isso, faz-se urgente no Brasil projetos como esse”, afirmou.

Já o subsecretário Francisco Gilberg falou sobre a parceria entre a Oficina Crescendo com Cidadania e o município de São Gonçalo e salientou a importância dos certificados entregues serem reconhecidos pelo (MTE). “É fundamental a parceria entre o CISC e a Prefeitura, pois juntos nós concretizamos um objetivo comum, que é procurar mudar o caminho dos jovens que cumprem medidas. Nesse contexto, é muito importante que se faça a qualificação, mas que se faça dessa forma. Que garanta a eles uma qualificação para concorrer as vagas de emprego do COMPERJ, que está chegando ao município.


Lançamentos da Incubadora

Durante a programação, foi realizado o lançamento da segunda edição da Revista Historiografia IEE, que resume as ações realizadas pela Incubadora de Empreendimentos para Egressos (IEE) em 2010/2011 e divulga os empreendimentos de sucessos selecionados em janeiro último. Também foram feitos os Pré-lançamentos do Livro Desenvolvimento, Trabalho e renda: Trabalhando medidas para redução de danos- MEIA VOLTA VOLVER, publicação acadêmica que objetiva trazer informações e reflexões sobre o Sistema Penitenciário no Brasil; e do Portal Anjos Empreendedores, que será uma ferramenta para a captação de recursos dos empreendimentos pré-incubados pelo projeto.

Na saída do evento, os convidados ainda conheceram alguns empreendimentos da Incubadora, através de um Show Room onde empreendedores expuseram seus produtos e serviços (veja fotos).



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ATENÇÃO EMPREENDEDORES: ATALHO PARA TIRAR ALVARÁ PELA INTERNET E TRABALHAR NO RIO DE JANEIRO

Um dos principais entraves para a abertura de um negócio, a burocracia desamina muitos que desejam se lançar como empreendedores. Para facilitar o processo de licenciamento, a Predfeitura do Rio de Janeiro lançou o Portal “Alvará já” hospedado em: http://www.rio.rj.gov.br/alvaraja, é possível obter as licenças necessárias à abertura e à legalização de empresas com baixo risco ambiental e sanitário, como salões de cabeleireiro , bares, restaurantes e oficinas mecânicas.

NOTICIA VEICULADA NO JORNAL EXTRA DE 18 /11/2009

EMPREENDEDORISMO NO BRASIL

No Relatório Executivo publicado pela Global Entrepreneurship Monitor GEM em 2005, o Brasil figurou entre as nações onde mais se iniciaram empresas. O País registrou uma taxa de empreendimentos na ordem de 11,3%, ficou na sétima posição na pesquisa. Isso mostra o espírito empreendedor do povo brasileiro.O Brasil, segundo a pesquisa citada, ocupou a 14ª posição na razão da taxa de empreendimentos com mais de quarenta e dois meses e os iniciais, o que mostra ser pequena a representação das empresas que se mantém por mais tempo, ou seja, é o período considerado capital para a sobrevivência do empreendimento.No ranking do empreendedorismo por necessidade, o Brasil ocupa a 4ª posição. O povo brasileiro é motivado a empreender pelo desemprego, pela falta de reconhecimento na empresa onde trabalha, ou pela baixa remuneração, na maioria das vezes o empreendedor abre uma empresa levado pela necessidade de se inserir no mercado de trabalho.O uso adequado da informação conduz ao conhecimento. O conhecimento bem aplicado leva ao sucesso. Ao contrário do que se houve, não é a carga tributária, tampouco a necessidade de crédito os principais responsáveis pelo fechamento de uma empresa. A falta de planejamento somado ao desconhecimento do negócio são fatores que, com mais freqüência, levam ao empreendedor a encerrar a atividade. Assim, as informações constituem-se num valioso instrumento para planejar e coordenar as políticas administrativas salutares a qualquer tipo de empreendimento.O sucesso parece óbvio, mas não é. Para se obter sucesso empresarial se faz necessário planejar bem, definir objetivo e metas, saber com clareza onde, quando e como chegar ao resultado esperado. Estudos demonstram que se constitui erro grave focar diversas direções e esperar acertar no alvo, sendo assim, conclui-se que o melhor a fazer é concentrar-se nas metas do planejamento estratégico e organizacional. Isso porque potencializa a qualificação, significando uma ampliação concreta das perspectivas, não só pela natureza dos eventos, mas pela possibilidade sistemáticas que favoreçam estratégias multisetoriais. O empreendedor visa crescer, atrair consumidores e ganhar o mercado. Mas crescer exige planejamento e uma boa base de sustentação. O crescimento descontrolado pode ser fatal à sobrevivência de um empreendimento.Alguns empreendedores misturam o dinheiro familiar com a receita da empresa, usa o mesmo dinheiro para investir, custear despesas operacionais e administrativas, e também, para manter o sustento familiar. O resultado disso é o caos financeiro do empreendimento.A escolha do sócio é fundamental no caso de sociedade. Para tanto , os objetivos e as expectativas devem ser comuns a todos os interessados a iniciar uma sociedade. O capital não se constitui no principal critério para selecionar sócio, tendo em vista que com objetivos diferentes, não há dinheiro capaz de comprar o sucesso, tampouco o cliente.Os colaboradores não podem ser aqueles a quem não possa demitir. O que conta no critério de seleção, além do perfil profissional, é o perfil pessoal e a personalidade do colaborador. Isso mais que a experiência profissional, pois este pode ter vícios. Especialistas em recursos humanos recomendam a promoção de talentos internos.Ao iniciar um negócio é natural o empreendedor controlar todas as etapas em desenvolvimento. Contudo, na medida em que crescer, constitui-se erro centralizar o poder, pois a tomada de decisão fica cada vez mais difícil. Assim, cabe ao administrador definir sua direção, estabelecer seus limites e delegar responsabilidades.Sabe-se que não aprender com os próprios erros é pior que errar. Oswald de Andrade em seu Manifesto da Poesia Pau Brasil, publicado em 1924, disse que todos os erros representam uma contribuição milionária para todos nós. Esse poeta pode não entender de negócio, mas o seu texto ilustra com perfeição o papel que pose representar o erro para consolidar ou não uma empresa no mercado. A experiência adquirida ajuda a prevenir situações desconfortáveis

SENADOR JAYME CAMPOS

SENADOR JAYME CAMPOS
EM DISCURSO NO SENADO, FALA SOBRE A INCUBADORA E RONALDO MONTEIRO

SENADOR JAYME CAMPOS FALA SOBRE PRESIDIÁRIOS DO PAÍS


O senador Jayme Campos (DEM-MT) anunciou em discurso nesta quinta-feira (20) que vai apresentar projeto com o objetivo de organizar uma rede de apoio ao empreendedorismo das famílias dos presidiários, o que lhes garantirá uma vida mais digna enquanto o parente cumpre a pena. Explicou que 60% dos ex-presidiários voltam a cometer crimes quando veem suas famílias em desamparo, "enxergando no crime uma solução para seus problemas imediatos".
Jayme Campos previu que, com a adesão das instituições de crédito oficiais, seriam oferecidos empréstimos para que essas famílias montassem seus próprios negócios. Ele acredita que convênios do poder público com universidades e entidades da indústria e do comércio irão possibilitar a criação de incubadoras de empreendimentos, buscando a aptidão de cada família.
Para completar, os presos cujas famílias forem assistidas no novo programa também deverão receber capacitação e treinamento nos presídios. O senador informou que o Brasil tem 446 mil presidiários e 80% deles ficam ociosos, sem exercer qualquer atividade, "frequentando, como se costuma dizer, a universidade do crime". O senador se inspirou em uma experiência de sucesso em São Gonçalo (RJ), articulada pela Incubadora de Empreendimentos para Egressos, criada e dirigida pelo ex-presidiário Ronaldo Monteiro, conforme reportagem da revista Época.

LEIA NA ÍNTEGRA A REPORTAGEM:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI87891-15228,00.html

QUEM É O EMPREENDEDOR INDIVIDUAL?

O Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendendor individual, é necessário faturar, no máximo, até R$ 36.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal, possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado. Entre as vantagens oferecidas por essa lei, está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. Além disso, o Empreendedor Individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos impostos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 52,15 (comércio ou indústria) ou R$ 56,15 (prestação de serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo. Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros.

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